Susana C. Gonçalves
Telefone: +351 239855249
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Categoria:
Departamento: Departamento de Ciências da Vida, Universidade de Coimbra
Linha de investigação:
ECOSSISTEMAS TERRESTRES E DE ÁGUA DOCE E ALTERAÇÕES GLOBAIS
BIODIVERSIDADE E EVOLUÇÃO
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Qualificação académica

Doutoramento, Biologia (especialidade Ecologia), FCTUC, 2008.

Interesses e principais projectos de investigação em curso
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Ver, por favor, versão em inglês. Obrigada!

 

 

 

 

TEMAS DE MESTRADO

 

Na pista de um fungo invasor ou a viagem da Amanita muscaria ao hemisfério sul

Breve descrição: De acordo com dados moleculares recentes, o icónico cogumelo Amanita muscaria não é apenas uma espécie, mas várias! A espécie é nativa da Eurásia, mas foi introduzida no hemisfério sul e é considerada invasora na Nova Zelândia e Austrália. Por sequenciação da região ITS (Internal Transcribed Spacer, que fornece um “código de barras” único para cada espécie fúngica) de indivíduos de populações da área de distribuição nativa e de diferentes pontos de introdução, pretendemos determinar as origens das introduções e, possivelmente, descobrir novas espécies deste fungo.

Diz-me com quem te associas, dir-te-ei se serás bom invasor: hospedeiros de Amanita phalloides na área de distribuição nativa

Breve descrição: Para que um fungo ectomicorrízico se torne invasor quando introduzido em novas áreas geográficas deverá ser necessário um elevado nível de “promiscuidade” na simbiose com os hospedeiros. Com este projecto pretendemos, através de técnicas moleculares, avaliar rigorosamente quais os hospedeiros associados a Amanita phalloides (espécie nativa da Europa e invasora na costa oeste da América do norte) na Europa de modo a testar a hipótese de que este fungo tem a capacidade de se associar a um grupo alargado de hospedeiros na sua área de distribuição nativa. Este trabalho realiza-se no âmbito do projecto de investigação AMANITA (IR: Susana Gonçalves; CFE) em colaboração com Anne Pringle (Harvard University, USA).

Cogumelos na cidade: a biodiversidade à nossa volta e (quase sempre) escondida

Breve descrição: Em parceria com a plataforma Biodiversity4all (http://www.biodiversity4all.org/), pretendemos implementar um projecto de metodologia “citizen science” com vista à criação de uma base de dados geo-referenciada dos cogumelos na área urbana de Coimbra, contribuindo para o conhecimento do número de espécies existentes, sua distribuição, abundância e fenologia. Este trabalho insere-se no âmbito de uma proposta para a criação de um "Observatório dos Cogumelos” a nível nacional (IR: Susana Gonçalves, CFE).

Os invasores são diferentes? Atributos funcionais associados à dispersão a longas distâncias em cogumelos silvestres associados a pinheiro.

Breve descrição: Projecto com o objectivo de explorar atributos funcionais preditivos do carácter invasor em fungos ectomicorrízicos. Será dada particular atenção a características com importância para o estabelecimento e a dispersão de espécies de cogumelos associadas a Pinus spp. e que foram co-introduzidas com os seus hospedeiros em plantações em diversas partes do globo.

Esporos e afins: biologia reprodutiva dos cogumelos Amanita phalloides e A. muscaria

Breve descrição: Algumas características relacionadas com o estabelecimento e a dispersão destas espécies podem ajudar a explicar porque são agora invasoras em algumas partes do mundo. Este projecto pretende avaliar essas características no habitat nativo destes fungos para posterior comparação com dados semelhantes recolhidos nos habitats de introdução e realiza-se no âmbito do projecto de investigação AMANITA (IR: Susana Gonçalves; CFE) em colaboração com Anne Pringle (Harvard University, USA).

Não há bela sem senão... O preço de ser tolerante

Breve descrição: De acordo com a teoria da alocação, a evolução da tolerância deverá ter um custo metabólico. Este projecto pretende investigar possíveis fenómenos de "trade-off" entre a tolerância aos solos serpentínicos e a capacidade competitiva em populações do fungo Cenococcum geophilum através da realização de experiências de competição intraspecífica.

As plantas hiperaccumuladoras fazem boa vizinhança?

Breve descrição: A hiperacumulação de metais por algumas plantas é um fenómeno raro e com consequências ecológicas pouco conhecidas ao nível das comunidades em que se inserem. Este projecto pretende explorar os impactos da hiperacumuladora Alyssum pintodasilvae nas interacções com polinizadores e herbívoros.

Fungos ectomicorrízicos associados à invasora Acacia dealbata

Breve descrição: Acacia dealbata estabelece simbiose com bactérias fixadoras de azoto e esta associação mostrou exercer um papel importante no processo de invasão de novas áreas geográficas por esta leguminosa. Este projecto pretende explorar a existência de outra simbiose: entre Acacia dealbata e fungos ectomicorrízicos. Através da realização de bio-ensaios, análise morfológica e técnicas moleculares, pretende-se determinar a ocorrência de ectomicorrizas e avaliar a diversidade de fungos ectomicorrízicos associada à espécie invasora Acacia dealbata em Portugal.

Velhos ou novos amigos? Papel dos fungos ectomicorrízicos na regeneração natural do eucalipto

Breve descrição: O eucalipto é uma árvore nativa da Austrália, que representa ca. 23 % da área florestal portuguesa e para a qual se têm observado casos de regeneração natural. Por ser dependente da associação simbiótica com fungos ectomicorrízicos, para haver regeneração natural é necessária a presença de fungos compatíveis, quer sejam nativos ou exóticos (co-introduzidos). Como primeiro passo para a compreensão do papel deste mutualismo na dinâmica das populações de eucalipto, este projecto pretende examinar a estrutura das comunidades de fungos ectomicorrízicos associados à regeneração natural de Eucalyptus globulus em Portugal através de trabalho de campo e em estufa com uma abordagem de ecologia molecular.

Quanto pesa um genoma?

Breve Descrição: Projecto com o objectivo de, por citometria de fluxo, avaliar diferenças no tamanho do genoma entre espécies vegetais tolerantes a solos serpentínicos e pares co-genéricos não tolerantes àqueles solos e, assim, testar a teoria nucleotípica (adaptativa) da evolução do tamanho do genoma. 

Também há temas de Doutoramento disponíveis no âmbito dos projectos CENECOGEN e AMANITA. Se interessado/a, não hesite em contactar-me.

 

!!AVISO IMPORTANTE!! - Os cogumelos silvestres podem matar!
Amanita phalloides, o mais mortal dos cogumelos (imagem do Google) silvestres!

Chegado o Outono, aumenta o entusiasmo de um número crescente de apreciadores de cogumelos silvestres. Porém, paralelamente, o número de vítimas de intoxicação por cogumelos venenosos cresce também de forma alarmante. De facto, enquanto alguns cogumelos silvestres são verdadeiras iguarias, outros são tóxicos e, no pior dos casos, mortais.

Em Portugal, exceptuando um grupo restrito de verdadeiros conhecedores, não existe a tradição de utilizar uma grande variedade de cogumelos na alimentação. Na região centro do país, por exemplo, o míscaro (Tricholoma equestre) é o único cogumelo apreciado. Facilmente reconhecido por pessoas experientes, e inconfundível quando completamente maduro, o míscaro pode, nos estádios jovens, confundir-se com cogumelos mortais do género Amanita, entre os quais Amanita phalloides. Esta espécie é responsável por danos hepáticos irreversíveis e é a principal responsável pelos casos mortais de intoxicação por cogumelos silvestres.

Como distinguir um cogumelo comestível de um tóxico? Na opinião de muitos micologistas, o único teste infalível parece ser comer e esperar para ver o que acontece. Esta resposta, no entanto, pretende apenas deixar claro que não existe nenhuma veracidade nas diversas práticas populares destinadas a despistar a presença de cogumelos tóxicos. A verdade é que nem colher de prata, nem alho... A única forma de se evitar uma intoxicação mortal é comendo apenas, e só, cogumelos cuja identificação não ofereça quaisquer dúvidas. Nos anos em que a frutificação da cicuta verde (é este o nome comum da espécie A. phalloides) é abundante, e uma vez que ocorre misturada com cogumelos comestíveis, o melhor será mesmo dar preferência aos cogumelos cultivados.

Todos os cogumelos, sem excepção, desempenham um importante papel nas florestas. Os mais mortais dos cogumelos, do género Amanita, vivem em associação com as raízes das árvores formando micorrizas. Neste mutualismo, o fungo fornece à árvore nutrientes essenciais em troca de produtos da fotossíntese. A associação com fungos micorrízicos pode também proteger as árvores da seca ou de pragas. Por isso, deixemo-nos fascinar pela variedade de formas de vida e cores, aprendamos a dar valor aos serviços que prestam à floresta e ao Homem, mas não nos esqueçamos, os cogumelos silvestres podem matar. Em caso de dúvida, não os coma! (com base no artigo de opinião "Cogumelos à mesa: céu ou inferno?" publicado no Diário de Coimbra a 25 Novembro 2009)

REGRAS PARA O CONSUMO SEGURO DE COGUMELOS SILVESTRES:

1. Aprenda a reconhecer as espécies mortais (como Amanita phalloides) que crescem nas áreas onde costuma colher cogumelos. Conheça o seu aspecto, em que altura do ano frutificam, perto de que espécies de árvores ocorrem, e tudo o mais que o ajude a evitá-los. Procure a ajuda de um especialista, frequente um curso de identificação ou adquira um bom guia de campo.

2. Dê preferência às espécies de cogumelos comestíveis que não se possam confundir com as espécies venenosas que aprendeu a identificar. Se possível, tire fotografias dos cogumelos que colheu ainda no seu habitat natural.

3. Não colha cogumelos em áreas potencialmente contaminadas como, por exemplo, perto de unidades industriais, à beira das estradas, em terrenos agrícolas ou no interior de perímetros urbanos. Os cogumelos acumulam produtos tóxicos.

4. Em casa, examine sempre todos os exemplares para assegurar que não colheu, inadvertidamente, nenhum exemplar de espécies não comestíveis.

5. Rejeite os cogumelos velhos ou que apresentam sinais de deterioração.

6. Coma apenas uma espécie de cada vez, especialmente se não costuma consumir cogumelos silvestres.

7. Reserve uma amostra dos cogumelos frescos que vai cozinhar. Em caso de intoxicação, esta amostra pode salvar-lhe a vida! Os cientistas podem identificar qual a espécie tóxica que ingeriu, permitindo aos médicos fazer um diagnóstico adequado e iniciar o tratamento atempadamente.

8. Não creia na veracidade das crenças populares destinadas a identificar cogumelos tóxicos. Simplesmente não funcionam.

9. Cozinhe sempre os cogumelos silvestres. Alguns cogumelos silvestres são tóxicos apenas quando consumidos crus.

10. Coma sempre pequenas quantidades de cada vez e nunca em refeições ou dias seguidos. A quantidade ingerida pode fazer a diferença entre a vida e a morte.

11. Evite beber álcool quando experimentar espécies que nunca consumiu e não consuma álcool com certas espécies como, por exemplo, Coprinus atramentarius.

12. Como precaução adicional, não dê cogumelos silvestres a comer às crianças, mesmo aqueles considerados seguros.

Não se esqueça que consumir cogumelos silvestres pode matar. Em caso de dúvida, não os coma! Leve a sério as regras enumeradas. A sua vida e a vida dos que ama pode depender disso. (modificado do artigo "Regras para o consumo seguro de cogumelos silvestres" publicado no Público Online a 19 Novembro 2010: http://www.publico.pt/Sociedad.....

Mais informações sobre a espécie Amanita phalloides na Enciclopédia da Vida Online em http://eol.org/pages/1009706/overview (em inglês)

Em caso de intoxicação, sobretudo se os primeiros sintomas apenas se manifestam ca. 6-24 h após a ingestão, diriga-se imedatamente a um serviço de urgência e mencione a ingestão de cogumelos silvestres ou então ligue 808 250 143 (centro de informação antivenenos).

Projecto submetido
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OBSERVATÓRIO DOS COGUMELOS: cidadania em acção para o estudo dos macrofungos de Portugal (MushroomWatch) (Submetido ao Fundo EDP para a Biodiversidade)

Os fungos são uma componente importante da biodiversidade na Terra, constituindo o segundo maior grupo de seres eucariontes a seguir aos insectos. Segundo estimativas recentes, o número de espécies do reino Fungi varia entre as 712 000 e as 1.500 000, das quais menos de 10 % terão sido descritas. Na Europa, os fungos estão representados por, pelo menos, 75 000 espécies, das quais cerca de 15 000 serão macrofungos, ou seja, espécies que formam corpos frutíferos visíveis a olho nu, os cogumelos.

Com esta proposta, queremos implementar um projecto participativo, aberto à sociedade civil para a criação de uma base de dados georreferenciada dos cogumelos de Portugal, validada pela comunidade científica. Em parceria com a plataforma Biodiversity4all (http://www.biodiversity4all.org/), propomo-nos contribuir significativamente para o conhecimento do número de espécies de cogumelos existentes em Portugal (continental e ilhas), sua distribuição, abundância e fenologia.

Outros projectos em curso

MÍSCARO: Ecologia e gestão da apanha comercial de Tricholoma equestre (míscaro) nos pinhais sobre dunas na Beira Litoral, Portugal. (Financiado pela FCT; POCI/AGR/57669/2004) (Investigador Responsável: M. Teresa Gonçalves)

Este projecto pretende: i) reunir dados que permitam compreender melhor os mecanismos de reprodução, a ecologia e a genética das populações do míscaro; ii) comparar a produtividade do míscaro sob diferentes regimes de gestão florestal e iii) avaliar o impacto da colheita na produção subsequente. O objectivo é fornecer informação correcta aos proprietários, colectores, gestores e políticos, sugerindo planos de acção ajustados a uma gestão apropriada dos pinhais arenosos. Se a colheita do míscaro e a gestão do seu habitat for feita em moldes adequados, o míscaro continuará a ser um produto sustentável da Beira Litoral por muitos anos.

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Iniciativa FUNGITEK: investigação, desenvolvimento de produtos inovadores e serviços especializados em Micologia aplicada.

  • AMANITA – O que faz de Amanita phalloides um invasor de sucesso? Estudos na sua área de distribuição nativa (ver detalhes)
  • Ecology and management of the commercially harvested Tricholoma flavovirens in maritime pine forests of Beira Litoral, Portugal (MÍSCARO) (ver detalhes)
  • What if fungi went on strike? (ver detalhes)
    1. Bourne, Elizabeth C.; Mina, Diogo; Goncalves, Susana C.; Loureiro, Joao; Freitas, Helena; Muller, Ludo A. H. (2014) Large and variable genome size unrelated to serpentine adaptation but supportive of cryptic sexuality in Cenococcum geophilum. Mycorrhiza. 24, 1, 13-20. (ver detalhes) ISI paper
      Link: http://link.springer.com/article/10.1007/s00572-013-0501-3
    2. Boas, L Vilas; Goncalves, SC.; Portugal, A; Freitas, H; Goncalves, M.T. (2014) A Ni hyperaccumulator and a congeneric non-accumulator reveal equally effective defenses against herbivory. Science Of The Total Environment. 466, 11-15. (ver detalhes) ISI paper
      Link: http://authors.elsevier.com/sd/article/S0048969713007651
    3. Nabais, C; Labuto, G; Goncalves, SC; Buscardo, E; Semensatto, D; Nogueira, ARA; Freitas, H (2011) Effect of root age on the allocation of metals, amino acids and sugars in different cell fractions of the perennial grass Paspalum notatum (bahiagrass). Plant Physiology And Biochemistry. 49, 12, 1442-1447. (ver detalhes) ISI paper
      Link: http://dx.doi.org/10.1016/j.plaphy.2011.09.010
    4. Goncalves, SC; Martins-Loucao, MA; Freitas, H (2009) Evidence of adaptive tolerance to nickel in isolates of Cenococcum geophilum from serpentine soils. Mycorrhiza. 19, 4, 221-230. (ver detalhes) ISI paper
      Link: http://dx.doi.org/10.1007/s00572-008-0211-4
    5. Goncalves, MT; Goncalves, SC; Portugal, A; Silva, S; Sousa, JP; Freitas, H (2007) Effects of nickel hyperaccumulation in Alyssum pintodasilvae on model arthropods representatives of two trophic levels. Plant And Soil. 293, 1-2, 177-188. (ver detalhes) ISI paper
      Link: http://dx.doi.org/10.1007/s11104-006-9174-4
    6. Goncalves, SC; Portugal, A; Goncalves, MT; Vieira, R; Martins-Loucao, MA; Freitas, H (2007) Genetic diversity and differential in vitro responses to Ni in Cenococcum geophilum isolates from serpentine soils in Portugal. Mycorrhiza. 17, 8, 677-686. (ver detalhes) ISI paper
      Link: http://dx.doi.org/10.1007/s00572-007-0145-2
    7. Gonçalves S.C., Sedlmayr A., Castro H., Gonçalves M.T. & Freitas H. (2005) Diversidade de tipos de micorrizas em áreas sujeitas a diferentes usos do solo. Revista De Biologia. 23, 23-34 (ver detalhes)
    8. Goncalves, SC; Martins-Loucao, MA; Freitas, H (2001) Arbuscular mycorrhizas of Festuca brigantina, an endemic serpentinophyte from Portugal. South African Journal Of Science. 97, 11-12, 571-572. (ver detalhes) ISI paper
    1. Nabais C., Gonçalves S.C. & Freitas H. (2007) Phytoremediation in Portugal – present and future. In: Methods in Biotechnology. (EDS.), Phytoremediation – Methods and Reviews. Totowa. The Humana Press Inc. 23, 978-1-59745-098-0. (ver detalhes)
      Link: http://www.humanapress.com
    1. Gonçalves S.C. (2008) Nickel tolerance in Cenococcum geophilum from serpentine soils: an adaptive trait. - University of Coimbra. (ver detalhes)
    2. Gonçalves S.C. (2000) Mycorrhizas in Festuca brigantina: functioning and ecological meaning. - University of Coimbra. (ver detalhes)
    1. Gonçalves S.C., Mesquita N., Bittleston L., Vargas N., Dickie I.A., Geml J., Pringle A. (2015) Potential distribution and identity of introduced Amanita muscaria worldwide. (ver detalhes)
    2. Mesquita, N., Crisóstomo, J., Gonçalves S.C., Pringle A. 2015. (2015) The end of a generalist? Geographically structured host associations of Amanita phalloides in Europe. (ver detalhes)
    3. Dinis D., Mesquita N., Martins J., Canhoto J.M., Gonçalves M.T., Gonçalves S.C. (2015) Mycorrhizal fungal communities associated with Arbutus unedo and the potential for the formation of common mycelial networks with Pinus pinaster. (ver detalhes)
    4. Gonçalves S.C., Barrico L., Sousa J.P., Gonçalves M.T. (2014) Variables affecting Craterellus lutescens fructification in maritime pine forests on sand dunes of Portugal. pp.81 (ver detalhes)
    5. Bourne E.C., Mina D., Gonçalves S.C., Loureiro J., Freitas H., Muller L.H.A. (2012) Do you want that supersize?. (ver detalhes)
    6. Gonçalves S.C., Cunha, J.C., Moura, C., Freitas H. , Muller L.A.H. (2010) Insights into the adaptation of Cenococcum geophilum to serpentine soil: ecology and genomics combined (CENECOGEN). (ver detalhes)
    7. Gonçalves S.C., Martins-Loução M.A., Freitas H. (2008) Evidence of adaptive tolerance to nickel in serpentine isolates of the ectomycorrhizal fungus Cenococcum geophilum. (ver detalhes)
    8. Portugal, A., Bidartondo, M., Rodríguez-Echeverría, S., Gonçalves, S.C., Freitas, H. & Gonçalves, M.T. (2007) Contribution to the molecular delimitation of the Tricholoma flavovirens species complex. (ver detalhes)
    9. Gonçalves, S.C., Barrico, L. Portugal, A., Pilz, D., Freitas, H. & Gonçalves, M.T. (2007) Productivity of Tricholoma flavovirens and other edible mushrooms in maritime pine forests in Portugal: effect of thinning regimes. (ver detalhes)
    10. Gonçalves S.C., Bona E., Martins-Loução M.A., Freitas H. & Berta G. (2006) Nickel-induced protein pattern modifications in a serpentine tolerant isolate of the ectomycorrhizal fungus Cenococcum geophilum. (ver detalhes)
    11. Gonçalves S.C., Gonçalves M.T. & Pilz D (2005) Matsutake in Portuguese sand dunes pine forests. (ver detalhes)
    12. Gonçalves M.T., Gonçalves S.C., Portugal A, Campelo F., Martins M.J., Nabais C. & Freitas H. (2005) The MÍSCARO project: ecology and management of the commercially harvested Tricholoma flavovirens in maritime pine forests of Beira Litoral, Portugal. (ver detalhes)
    13. Portugal A., Gonçalves S.C., Vieira R. & Freitas H. (2004) Characterization of Cenococcum geophilum isolates from a serpentine area by microsatellite-primed PCR. A tool for future revegetation programmes. (ver detalhes)
    14. Gonçalves S.C., Gonçalves M.T., Freitas H. & Martins-Loução M.A. (1997) Mycorrhizae in a Portuguese serpentine community. (ver detalhes)
    1. (2014) White paper on citizen science for Europe. European Commision. (ver detalhes)
    2. Gonçalves S.C. & Gonçalves M.T. (2005) What if fungi went on strike? Educational booklet to be used as a teaching resource in schools: includes teacher's guide, class sheets and classroom activities. (ver detalhes)
      Link: http://oficina.cienciaviva.pt/fungos/