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Maria Fernanda Rollo (IR), Filipe Silva, Inês Castaño, Luísa Seixas, Sofia Diniz, Ana Campos, Inês José, Pedro Lucas, António Amaral, Tomás Marques, Sofia Costa Pinto, Joana Ralão, Maria Miguel Fresco, Pedro Victorasso
Localizada no ponto mais a nordeste do território português e integrada na zona de Proteção Especial do Douro Internacional e Vale do Rio Angueira, Paradela é a porta de entrada do Rio Douro em Portugal. Segundo o Recenseamento Geral da População de 1960, foi morada de 363 habitantes. Mais recentemente, este número foi fixado em 151 habitantes (2011).
A aldeia vive tradicionalmente da agricultura e da pastorícia, da construção civil, do comércio e da exploração mineira, em particular das minas de estanho. A prática do fumeiro e do fabrico de linho e da lã marcaram também a sua atividade. A sua história recente registou grandes fluxos de emigração, sobretudo para França e Espanha.
A proximidade da fronteira tornou-a permeável ao comércio e contrabando com Espanha, por caminhos difíceis e sempre percorridos a pé. Os habitantes que se envolveram nestas atividades traziam alimentos, roupas e sapatos, levando vestuário, pano, objetos do quotidiano e, sobretudo, café.
As festas tradicionais da aldeia continuam a decorrer anualmente, como a festa em honra de São João, durante a qual se confecionam os bolos “roscos”.
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