• Objetivo |

    Transformar e modernizar as metodologias de Avaliação de Risco Ambiental (ERA) de produtos fitofarmacêuticos, promovendo uma abordagem sistémica, mais realista e mais eficiente. Procura melhorar a compreensão da exposição e dos efeitos de pesticidas em organismos não‑alvo, integrar dados ecológicos e de paisagem, e avançar para modelos que considerem a complexidade dos agroecossistemas, superando o paradigma tradicional “substância‑a‑substância”.

  • Duração do projeto |

    2024-2028

  • Tipo de projeto |

    Internacional

  • Instituição financiadora |

    Comissão Europeia, através do programa EFSA – European Food Safety Authority

  • Responsável |

    José Paulo Sousa

  • Equipa |

    Fernanda de Santo
    Pedro Martins da Silva

  • Instituições participantes no Projeto |

    Wageningen Research (coordenação científica global do projeto)
    Aarhus University (coordenação de áreas de modelação e integração)
    EFSA (entidade financiadora e supervisão científica)
    Organizações competentes dos Estados‑Membros da UE
    Diversas universidades e centros de ecotoxicologia e ERA europeus

  • Laboratório e Grupo |

    Laboratório de Ecologia e Ecotoxicologia de Solo / Saúde do Solo (CFE)

  • Custo total elegível (EUR) |

    10 000 000,00 €

  • Área científica |

    Avaliação de Risco Ambiental (ERA)
    Ecotoxicologia Terrestre
    Modelos Mecanicistas e Populacionais
    Pesticidas / Produtos Fitofarmacêuticos (PPPs)
    Agroecossistemas
    Conservação de Organismos Não‑Alvo (NTOs)
    Integração de Dados e Sistemas Digitais

O PERA foi concebido pela EFSA para responder a necessidades urgentes na avaliação de risco de pesticidas, particularmente em ecotoxicologia terrestre. O projeto é estruturado em quatro áreas científicas, onde se desenvolvem melhorias profundas nas metodologias regulatórias:

  • caracterização da exposição de produtos fitofarmacêuticos em diferentes matrizes ambientais (solo, água, vegetação);
  • caracterização dos perigos para organismos não‑alvo, integrando múltiplos níveis biológicos e múltiplas espécies, para criar bases de avaliação mais robustas.
  • exploração e validação de modelos mecanicistas e de população (incluindo modelos de simulação avançados) para uso na avaliação de risco regulatória, com liderança científica de grupos europeus especializados neste domínio. [projects.au.dk], [pure.au.dk]
  • integração de bases de dados, ferramentas, métodos e modelos numa plataforma comum de ERA, facilitando interoperabilidade, transparência e decisões regulatórias baseadas em cenários ecológicos realistas.

Equipa CFE