• Objetivo |

    Mobilizar e envolver comunidades locais na construção, gestão e valorização de florestas resilientes e multifuncionais, promovendo uma maior relação entre a população e o território florestal;

    Reforçar a capacidade de participação social na regeneração de áreas florestais, apoiar a produção de plantas nativas e salvaguardar o conhecimento tradicional associado ao uso dos recursos vegetais.

  • Duração do projeto |

    2021-2023

  • Tipo de projeto |

    Nacional

  • Instituição financiadora |

    Programa CENTRO 2020, no âmbito de PORTUGAL 2020 (Consórcio F4F – Forest for the Future)

  • Responsável |

    António Gouveia

  • Instituições participantes no Projeto |

    SerQ – Centro de Inovação e Competências da Floresta
    VOUZELAR – Associação de Promoção de Vouzela
    Autarquia local (Município de Vouzela)
    Entidades e associações comunitárias associadas ao consórcio F4F

  • Laboratório e Grupo |

    BiodivCon – Biodiversidade, Conservação e Capital Natural / CFE

  • Custo total elegível (EUR) |

    N/A

  • Área científica |

    Ecologia Florestal
    Gestão Florestal Participativa
    Serviços de Ecossistema
    Envolvimento Comunitário
    Etnobotânica
    Floresta Multifuncional e Resiliente

Inserido no pilar “Floresta Multifuncional” do programa F4F – Forest for Future, o projeto atua no concelho de Vouzela, uma região com importantes recursos florestais autóctones, como carvalhais e espécies de subcoberto com valor ecológico e sociocultural. O trabalho desenvolve‑se através de uma forte articulação entre equipas científicas, autarquias e associações locais, promovendo processos participativos de cocriação e gestão colaborativa do território.

As ações estruturantes do projeto incluem:

  • criação e manutenção de viveiros comunitários, destinados à produção de plantas nativas lenhosas e não lenhosas, para revegetação de áreas multifuncionais;
  • envolvimento de populações locais em atividades práticas de gestão e recuperação florestal, reforçando a apropriação social do território;
  • inventariação e valorização de conhecimento imaterial, nomeadamente práticas tradicionais e memórias associadas ao uso de recursos vegetais;
  • promoção de boas práticas de gestão participada, com produção de materiais de comunicação, atividades públicas, ciclos de conversas (“A hora da floresta”) e ações de sensibilização;
  • desenvolvimento de modelos replicáveis de participação comunitária aplicáveis a outros territórios.

Equipa CFE